Leia isso em alto e bom tom: "Olá, Molly."
Se você leu isso em voz alta, como eu disse, está à salvo.
Se você leu isso mentalmente... Molly está à salvo também.
Na sua mente.
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @nanisf)
domingo, 15 de dezembro de 2013
Spam
O carro dos meus pais saiu da garagem e eu fui direto para o meu quarto. Meu laptop estava em cima da escrivaninha e eu o liguei.
19h30
Entrei no Facebook mas logo fiquei entediada porque não tinha ninguém com quem eu gostaria de conversar online. Lembrei que um amigo havia me falado sobre um site outro dia. Ele me disse que muitas pessoas entram nesse site e compartilham um negócio chamado "creepypasta"? Bom, decidi tentar. Entrei no site e a primeira coisa que vi foi uma citação bem esquisita no topo da página.
20h00
Enquanto ainda fuçava pelo site, encontrei histórias na categoria NSFW* e decidi ler algumas delas. Iam de histórias sobre namoros que deram errado, um episódio perdido de Bob Esponja, uma musiquinha estranha de video game que fez meus ouvidos doerem e algo sobre um homem degenerado que queria que sua mãe o molestasse toda hora até coisas sobre as quais eu já havia ouvido falar, como Jeff The Killer, Slenderman, o Rake...
Decidi abrir uma conta e conhecer mais do site. Coloquei um username... 'Lily!' e o site pediu por e-mail. Coloquei um que eu sequer olhava. Quando coloquei todas as minhas informações e já estava animada pra começar a usar, ele me pediu que checasse o e-mail de confirmação antes. Merda.
20h46
Na minha Caixa de Entrada, não conseguia achar o e-mail da Wikia, então continuei passado pela lista de e-mails até descobrir que tinha ido pra caixa de spam. Fui até a pasta cheia de e-mails me dizendo que havia ganhado algo ou que "encontraria o amor" num site de relacionamentos religioso até que finalmente achei o e-mail.
Mas outro e-mail chamou minha atenção.
Estava na caixa de spam, mas o título era: Um Jeito Assustador de Terminar um Namoro.
21h00
A curiosidade falou mais alto, então cliquei... Mas logo comecei a rir porque vi que era apenas mais uma daquelas correntes. Tinha diversos erros gramaticais e envolvia um namorado matando sua ex ou algo do tipo.
19h30
Entrei no Facebook mas logo fiquei entediada porque não tinha ninguém com quem eu gostaria de conversar online. Lembrei que um amigo havia me falado sobre um site outro dia. Ele me disse que muitas pessoas entram nesse site e compartilham um negócio chamado "creepypasta"? Bom, decidi tentar. Entrei no site e a primeira coisa que vi foi uma citação bem esquisita no topo da página.
20h00
Enquanto ainda fuçava pelo site, encontrei histórias na categoria NSFW* e decidi ler algumas delas. Iam de histórias sobre namoros que deram errado, um episódio perdido de Bob Esponja, uma musiquinha estranha de video game que fez meus ouvidos doerem e algo sobre um homem degenerado que queria que sua mãe o molestasse toda hora até coisas sobre as quais eu já havia ouvido falar, como Jeff The Killer, Slenderman, o Rake...
Decidi abrir uma conta e conhecer mais do site. Coloquei um username... 'Lily!' e o site pediu por e-mail. Coloquei um que eu sequer olhava. Quando coloquei todas as minhas informações e já estava animada pra começar a usar, ele me pediu que checasse o e-mail de confirmação antes. Merda.
20h46
Na minha Caixa de Entrada, não conseguia achar o e-mail da Wikia, então continuei passado pela lista de e-mails até descobrir que tinha ido pra caixa de spam. Fui até a pasta cheia de e-mails me dizendo que havia ganhado algo ou que "encontraria o amor" num site de relacionamentos religioso até que finalmente achei o e-mail.
Mas outro e-mail chamou minha atenção.
Estava na caixa de spam, mas o título era: Um Jeito Assustador de Terminar um Namoro.
21h00
A curiosidade falou mais alto, então cliquei... Mas logo comecei a rir porque vi que era apenas mais uma daquelas correntes. Tinha diversos erros gramaticais e envolvia um namorado matando sua ex ou algo do tipo.
UM JEITO ASSUSTADOR DE TERMINAR UM NAMORO!
NÃO PARE de ler isso ou algo muito ruim irá acontecer!
sábado, 14 de dezembro de 2013
O Desaparecimento de Ashley, KANSAS
Na noite de 16 de Agosto de 1952, a pequena cidade de Ashley, no estado do Kansas, parou de existir. Às 3h28 AM de 17 de Agosto de 1952 um terremoto de magnitude 7.9 foi medido pela Associação Americana de Estudos Geológicos*. O terremoto em si foi sentido pelo estado e por grande parte do meio-oeste. Determinou-se que o epicentro foi bem embaixo de Ashley, Kansas.
Quando a equipe de segurança do Estado chegou ao que deveria ser os arredores da comunidade agrícola, acharam apenas uma enorme e ardente fissura de cerca de 1.000 metros de comprimento e 500 de largura. A profundidade da fissura jamais foi determinada.
Depois de doze dias, a busca pelos 679 residentes da cidade de Ashley, que estava sendo realizada em todo o estado, foi cancelada pelo Governo do Estado do Kansas, às 9h15 PM de 29 de Agosto, 1952. Todos os 679 residentes foram dados como mortos. Às 2h27 AM de 30 de Agosto de 1952, um terremoto de magnitude 7.5 foi medido pela Associação Americana de Estudos Geológicos. O epicentro foi, novamente, o local onde ficava a cidade de Ashley. Quando as autoridades investigaram a área às 5h32 AM, reportaram que a fissura na terra havia se fechado.
Nos oito dias que antecederam o desaparecimento da cidade e de seus 679 residentes, acontecimentos bizarros e inexplicáveis foram reportados por dezenas de moradores da cidade de Ashley e das cidades e vilas aos arredores.
Na noite de 8 de Agosto de 1952, às 7h13 PM, um residente chamado Gabriel Johnathan reportou a visão de um objeto não identificado no céu de Ashley. A cidade em si, não tendo nenhuma organização policial de verdade, recorreu à estação policial da cidade vizinha de Hays. Gabriel reportou o que aprecia ser uma "negra e pequena abertura no céu". Nos 15 minutos seguintes, a polícia de Hays foi sobrecarregada com dúzias de ligações reportando o mesmo fenômeno. O fenômeno não foi reportado por nenhuma outra comunidade próxima. Decidiu-se mandar uma tropa para Ashley para investigar o problema na manhã seguinte.
Às 7h54 AM da manhã de 9 de Agosto, 1952, o oficial da polícia de Hays, Allan Mace, mandou um sinal de rádio para a estação de Polícia de Hays. Ele reportou que, mesmo tendo seguido a única estrada que levava à Ashley, havia se perdido. De acordo com seu informe, a estrada "continuava seu caminho normal mas, de alguma forma, voltava para Hays". O oficial Mace ainda disse que a rua não possuía curvas ou saídas. Às 9h15 AM, sete dos dez carros policiais foram mandados para investigar a situação e todos os membros do time chegaram à mesma conclusão. A única estrada em direção à Ashley passou a ter como fim, a cidade de Hays. Telefonemas continuavam a sobrecarregar a estação policial de Hays, todos reportando que a abertura negra no céu continuava a crescer. Todos foram orientados a permanecer em casa e não sair de lá a não ser que fosse completamente necessário. Às 8h17 PM, a Sra. Elaine Kantor reportou o desaparecimento de seus vizinhos Sr. e Sra. Milton, e seus dois filhos, Jeffery e Brooke. De acordo com o telefonema da Sra. Kantor, os Miltons haviam tentado deixar a cidade com o carro da família mais cedo naquele dia. Eles nunca retornaram. Jamais foi reportado nenhum carro ou pessoa passando de Ashley para Hays ou qualquer outra cidade próxima.
Às 7h38 AM da manhã de 10 de Agosto de 1952, telefonemas de Ashley para a estação policial de Hays reportavam que a cidade estava em completa escuridão. O Sol não havia nascido. Às 10h15 AM, por pedido do corpo policial de Hays, um helicóptero de Topeka, Kansas, voou sobre a região de Ashley. A cidade não foi vista de cima.
Às 12h43 PM da tarde de 11 de Agosto, 1952, a srta. Phoebe Danielewski ligou para a estação policial de Hays. Ela reportou que sua filha, Erica, estava conversando com o pai, falecido três anos antes em uma acidente de carro. Para preocupá-la mais, a srta. Danielewski reportou que Erica ameaçava ir para fora para "juntar-se à eles". No decorrer das doze horas seguintes, foram registradas 329 ligações descrevendo fenômenos similares com as crianças da cidade.
Na manhã seguinte, 12 de Agosto de 1952, a situação ficou terrível. No meio da noite, todas as 217 crianças de Ashley desapareceram. Foram registrada 421 ligações telefônicas para o departamento policial de Hays. Incapaz de ajudar, o corpo policial de Hays instruiu a população para permanecer em casa e evitar quaisquer tentativas de achar as crianças desaparecidas.
Os Observadores
(Uma das minhas favoritas. É bastante comprida, mas vale muito à pena. Demorou 2 dias pra traduzir, por favor, creditem se copiarem. :] )
Meu nome é Andrew Erics. Eu morava em uma cidade chamada Nova Iorque. Minha mãe se chama Terrie Erics. Ela está na lista telefônica. Se você está lendo isso e conhece a cidade, ache-a. Não mostre isso pra ela, mas diga que a amo e que estou tentando ir para casa. Por favor.
Tudo começou quando, por volta dos meus vinte e cinco anos, decidi que era hora de parar de levar minha mochila para o trabalho. Vou parecer mais maduro, pensei, se não estiver carregando uma bolsa cheia de livros para todos os lugares que eu for, como um estudante do ensino médio. Claro que isso significava que eu pararia de ler no metrô durante as manhãs e as tardes, considerando que eu realmente não conseguiria fazer um livro caber no bolso. Uma pasta seria demais, já que eu trabalhava em uma fábrica, e aquelas bolsas de carteiro sempre pareceram... Frutinhas demais pra mim. Muito bolsinha de mulher para o meu gosto.
Eu tinha um mp3 player, o que ajudou a passar o tempo por alguns meses, mas quando quebrou - desligava sozinho no fim de todas as músicas caso eu não passasse para a próxima manualmente - eu desisti disso também. Então todas as manhãs eu sentava no metrô por 30 longos minutos, com nada para fazer além de olhar para os outros passageiros. Eu era levemente tímido e não gostava de ser "pego no ato", então eu fazia tudo isso sorrateiramente. Interessantemente, descobri que não era a única pessoa que ficava desconfortável em locais públicos.
As pessoas disfarçavam de diversas maneiras, mas eu aprendi a ver através delas. Eu as dividia em categorias mentalmente. Havia os inquietos, que não conseguiam ficar confortáveis de forma alguma, constantemente movendo as mãos e seus pertences, afastando e aproximando as pernas do assento toda hora. Eles eram os desconfortáveis, claramente. Depois deles, havia os que fingiam dormir... Tomavam seus assentos e fechavam os olhos praticamente no mesmo segundo. A maioria não dormia de verdade. Os que dormiam de verdade se mexiam mais, acordando bruscamente em algumas paradas ou depois de barulhos altos. Os mentirosos se mantinham parados, de olhos fechados, do momento que se sentavam até chegarem à sua estação. E então havia os viciados em mp3 players, as pessoas com laptops, os grupos que conversavam alto demais... Os viciados em celular eram realmente populares ou completamente incapazes de calar a boca por mais de dois minutos.
Ao passo que meu passatempo de observar as pessoas ameaçava tornar-se extremamente entendiante, achei meu primeiro "incômodo". Um homem com aparência de meia idade, cabelos castanhos, altura e peso médios, vestido casualmente. Estranhamente, ele parecia normal demais. Ele não tinha nenhuma característica marcante, nenhuma mania, como se ele tivesse sido fabricado para desaparecer na multidão. Isso foi exatamente o que me chamou a atenção - minha intenção era ver como as pessoas se comportavam no metrô e ele não fazia absolutamente nada. Nem sequer reagia. Era como ver alguém em frente à televisão, assistindo um documentário sobre peixes. Não estão animados, concentrados, mas não estão olhando para os lados também. Presentes, mas só fisicamente.
Ele estava no metrô durante as tardes. Fazia mais de mês que eu estava nessa de observar as pessoas antes que eu me interessasse por ele, mesmo porque eu não pegava o mesmo metrô todos os dias, nem sentava no mesmo carro quando o fazia. Eu o vi pela primeira vez, acredito, em uma Segunda-Feira e pela segunda vez na Quinta-Feira da mesma semana. Ele obviamente sempre pegava o mesmo metrô e sentava no mesmo carro - até no mesmo banco. "TOC?" eu pensei na época. Considerando que ele havia me deixado muito intrigado na primeira vez que o vi, passei a prestar mais atenção a partir da segunda. Francamente, ele era absolutamente inquietante. Ele não fazia nada. Apenas sentava lá, sem expressão alguma, corpo reto não importava o que acontecesse. Uma mulher com uma criança que chorava sentou atrás dele e, mesmo assim, nada. Ele nem sequer virou o rosto ou fez uma cara de incômodo. E a criança chorava alto pra caralho.
Quando o metrô chegou na minha estação, me senti enjoado e, quando saí do vagão, minhas mãos tremiam como se eu estivesse em uma crise de abstinência de nicotina. Algo estava errado muito errado com aquele homem. Ele era, pensei, um tipo bizarro. Um sociopata, talvez, um daqueles cara super quietos que tem dúzias de cabeças no seu freezer... A primeira vítima havia sido a própria mãe.
Peguei a mim mesma vadiando pela cidade durante a tarde depois do trabalho, parando nas lojas do shopping próximo ao metrô mesmo quando eu realmente não tinha intenção de comprar algo. Por umas duas semanas, evitei pegar aquele metrô e, quando me via parado na plataforma enquanto o trem chegava, certificava-me de entrar no vagão mais afastado o possível daquele em que ele normalmente ia.
E então, numa outra manhã, vi outra pessoa que fez com que meu alarme disparasse.
Uma mulher, tão comum quanto ele, tão fora do lugar como ele. O momento em que eu a reconheci, percebi mais tarde, foi o início da minha obsessão. Essa coisa de observar as pessoas, que havia começado como um passatempo para me livrar do tédio, virou praticamente uma religião pra mim. Eu não conseguia entrar em um metrô ou ônibus sem examinar minuciosamente todos, ticando mentalmente os requisitos de uma lista feita na minha própria cabeça. Roupas lisas de cores simples, sem marcas? Positivo. Sem expressões, sem olhares casuais para fora da janela ou para outros passageiros? Positivo. Sem pastas, bolsas ou acessórios? Positivo. Positivo, positivo, positivo! Nós temos mais um! Comecei a chamá-los de Estranhos.
Meu nome é Andrew Erics. Eu morava em uma cidade chamada Nova Iorque. Minha mãe se chama Terrie Erics. Ela está na lista telefônica. Se você está lendo isso e conhece a cidade, ache-a. Não mostre isso pra ela, mas diga que a amo e que estou tentando ir para casa. Por favor.
Tudo começou quando, por volta dos meus vinte e cinco anos, decidi que era hora de parar de levar minha mochila para o trabalho. Vou parecer mais maduro, pensei, se não estiver carregando uma bolsa cheia de livros para todos os lugares que eu for, como um estudante do ensino médio. Claro que isso significava que eu pararia de ler no metrô durante as manhãs e as tardes, considerando que eu realmente não conseguiria fazer um livro caber no bolso. Uma pasta seria demais, já que eu trabalhava em uma fábrica, e aquelas bolsas de carteiro sempre pareceram... Frutinhas demais pra mim. Muito bolsinha de mulher para o meu gosto.
Eu tinha um mp3 player, o que ajudou a passar o tempo por alguns meses, mas quando quebrou - desligava sozinho no fim de todas as músicas caso eu não passasse para a próxima manualmente - eu desisti disso também. Então todas as manhãs eu sentava no metrô por 30 longos minutos, com nada para fazer além de olhar para os outros passageiros. Eu era levemente tímido e não gostava de ser "pego no ato", então eu fazia tudo isso sorrateiramente. Interessantemente, descobri que não era a única pessoa que ficava desconfortável em locais públicos.
As pessoas disfarçavam de diversas maneiras, mas eu aprendi a ver através delas. Eu as dividia em categorias mentalmente. Havia os inquietos, que não conseguiam ficar confortáveis de forma alguma, constantemente movendo as mãos e seus pertences, afastando e aproximando as pernas do assento toda hora. Eles eram os desconfortáveis, claramente. Depois deles, havia os que fingiam dormir... Tomavam seus assentos e fechavam os olhos praticamente no mesmo segundo. A maioria não dormia de verdade. Os que dormiam de verdade se mexiam mais, acordando bruscamente em algumas paradas ou depois de barulhos altos. Os mentirosos se mantinham parados, de olhos fechados, do momento que se sentavam até chegarem à sua estação. E então havia os viciados em mp3 players, as pessoas com laptops, os grupos que conversavam alto demais... Os viciados em celular eram realmente populares ou completamente incapazes de calar a boca por mais de dois minutos.
Ao passo que meu passatempo de observar as pessoas ameaçava tornar-se extremamente entendiante, achei meu primeiro "incômodo". Um homem com aparência de meia idade, cabelos castanhos, altura e peso médios, vestido casualmente. Estranhamente, ele parecia normal demais. Ele não tinha nenhuma característica marcante, nenhuma mania, como se ele tivesse sido fabricado para desaparecer na multidão. Isso foi exatamente o que me chamou a atenção - minha intenção era ver como as pessoas se comportavam no metrô e ele não fazia absolutamente nada. Nem sequer reagia. Era como ver alguém em frente à televisão, assistindo um documentário sobre peixes. Não estão animados, concentrados, mas não estão olhando para os lados também. Presentes, mas só fisicamente.
Ele estava no metrô durante as tardes. Fazia mais de mês que eu estava nessa de observar as pessoas antes que eu me interessasse por ele, mesmo porque eu não pegava o mesmo metrô todos os dias, nem sentava no mesmo carro quando o fazia. Eu o vi pela primeira vez, acredito, em uma Segunda-Feira e pela segunda vez na Quinta-Feira da mesma semana. Ele obviamente sempre pegava o mesmo metrô e sentava no mesmo carro - até no mesmo banco. "TOC?" eu pensei na época. Considerando que ele havia me deixado muito intrigado na primeira vez que o vi, passei a prestar mais atenção a partir da segunda. Francamente, ele era absolutamente inquietante. Ele não fazia nada. Apenas sentava lá, sem expressão alguma, corpo reto não importava o que acontecesse. Uma mulher com uma criança que chorava sentou atrás dele e, mesmo assim, nada. Ele nem sequer virou o rosto ou fez uma cara de incômodo. E a criança chorava alto pra caralho.
Quando o metrô chegou na minha estação, me senti enjoado e, quando saí do vagão, minhas mãos tremiam como se eu estivesse em uma crise de abstinência de nicotina. Algo estava errado muito errado com aquele homem. Ele era, pensei, um tipo bizarro. Um sociopata, talvez, um daqueles cara super quietos que tem dúzias de cabeças no seu freezer... A primeira vítima havia sido a própria mãe.
Peguei a mim mesma vadiando pela cidade durante a tarde depois do trabalho, parando nas lojas do shopping próximo ao metrô mesmo quando eu realmente não tinha intenção de comprar algo. Por umas duas semanas, evitei pegar aquele metrô e, quando me via parado na plataforma enquanto o trem chegava, certificava-me de entrar no vagão mais afastado o possível daquele em que ele normalmente ia.
E então, numa outra manhã, vi outra pessoa que fez com que meu alarme disparasse.
Uma mulher, tão comum quanto ele, tão fora do lugar como ele. O momento em que eu a reconheci, percebi mais tarde, foi o início da minha obsessão. Essa coisa de observar as pessoas, que havia começado como um passatempo para me livrar do tédio, virou praticamente uma religião pra mim. Eu não conseguia entrar em um metrô ou ônibus sem examinar minuciosamente todos, ticando mentalmente os requisitos de uma lista feita na minha própria cabeça. Roupas lisas de cores simples, sem marcas? Positivo. Sem expressões, sem olhares casuais para fora da janela ou para outros passageiros? Positivo. Sem pastas, bolsas ou acessórios? Positivo. Positivo, positivo, positivo! Nós temos mais um! Comecei a chamá-los de Estranhos.
sexta-feira, 13 de dezembro de 2013
Branco e Vermelho
Um homem entrou em um hotel e foi até a recepção para realizar o check-in. A recepcionista deu à ele sua chave e disse que, no caminho para seu quarto, havia uma porta trancada, sem identificação numeral, e que não era permitida a entrada. Ela explicou que era um quarto usado como despensa e estava fora dos limites. Ela o lembrou disso diversas vezes antes que o deixasse ir para o andar e cima. Ele, então, seguiu as as instruções e foi direto para o seu quarto e então para a cama.
No entanto, a insistência da mulher aguçou sua curiosidade, então na noite seguinte ele andou pelo corredor até a porta sem número e tentou virar a maçaneta. Com certeza estava fechada. Ele ajoelhou e olhou pela fechadura. Uma brisa gélida passou, esfriando seu rosto. O que ele viu foi um quarto como o seu e, no canto, uma mulher cuja pele era extremamente pálida. Ela estava com a cabeça inclinada contra a parede, virada de costas para a porta. Ele olhou confuso por um tempo. Será que era uma celebridade? A filha do dono do hotel? Ele quase bateu na porta de tanta curiosidade, mas decidiu que era melhor não.
Enquanto ele ainda olhava, a mulher virou-se bruscamente. Ele pulou para longe da porta, esperando que ela não tivesse suspeitado de alguém a espionando. Levantou-se e andou de volta ao seu quarto. No dia seguinte, ele andou até a porta novamente e olhou pelo buraco da fechadura. Dessa vez, tudo o que ele viu foi a cor vermelha. Não pode distinguir nada além da cor. Talvez aqueles hospedados no quarto tenham bloqueado a fechadura com um pano vermelho, suspeitando de alguém que pudesse estar espionando-os. Sentiu-se envergonhado de ter deixado a mulher inconfortável àquele ponto e esperou que ela não reclamasse para a mulher da recepção.
Nesse ponto, ele decidiu perguntar à recepcionista por mais informações. Ela suspirou e perguntou "Você olhou pela fechadura?". Ele confirmou e a moça continuou. "Bom, é melhor que eu te conte toda a história do que aconteceu naquele quarto... Há muito tempo, um homem assassinou sua esposa lá e, até hoje, achamos que aqueles que ficam hospedados lá se sentem muito desconfortáveis. O curioso é que essas pessoas não pareciam comuns... Eles eram extremamente brancos, exceto pelos olhos... Eles eram vermelhos."

(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
No entanto, a insistência da mulher aguçou sua curiosidade, então na noite seguinte ele andou pelo corredor até a porta sem número e tentou virar a maçaneta. Com certeza estava fechada. Ele ajoelhou e olhou pela fechadura. Uma brisa gélida passou, esfriando seu rosto. O que ele viu foi um quarto como o seu e, no canto, uma mulher cuja pele era extremamente pálida. Ela estava com a cabeça inclinada contra a parede, virada de costas para a porta. Ele olhou confuso por um tempo. Será que era uma celebridade? A filha do dono do hotel? Ele quase bateu na porta de tanta curiosidade, mas decidiu que era melhor não.
Enquanto ele ainda olhava, a mulher virou-se bruscamente. Ele pulou para longe da porta, esperando que ela não tivesse suspeitado de alguém a espionando. Levantou-se e andou de volta ao seu quarto. No dia seguinte, ele andou até a porta novamente e olhou pelo buraco da fechadura. Dessa vez, tudo o que ele viu foi a cor vermelha. Não pode distinguir nada além da cor. Talvez aqueles hospedados no quarto tenham bloqueado a fechadura com um pano vermelho, suspeitando de alguém que pudesse estar espionando-os. Sentiu-se envergonhado de ter deixado a mulher inconfortável àquele ponto e esperou que ela não reclamasse para a mulher da recepção.
Nesse ponto, ele decidiu perguntar à recepcionista por mais informações. Ela suspirou e perguntou "Você olhou pela fechadura?". Ele confirmou e a moça continuou. "Bom, é melhor que eu te conte toda a história do que aconteceu naquele quarto... Há muito tempo, um homem assassinou sua esposa lá e, até hoje, achamos que aqueles que ficam hospedados lá se sentem muito desconfortáveis. O curioso é que essas pessoas não pareciam comuns... Eles eram extremamente brancos, exceto pelos olhos... Eles eram vermelhos."

(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
porque.jpg
Em 1991, um assassinato foi registrado no arquivo da polícia. Eu sou um estagiário (no departamento policial, não na Nickelodeon), então tenho acesso total aos arquivos.
Estava passeando pelos corredores durante o expediente e achei uma pasta de um assassinato em uma prateleira, dentro daquelas caixas nas quais ninguém mais mexe. Fiquei curioso, então a peguei. Nossos arquivos são guardados digitalmente, então estava dentro de um pen-drive. Peguei, fui até o computador do Arquivo e encaixei na entrada USB. O ficheiro tinha o nome de "CASO A:V28956" como os casos de assassinato normalmente são registrados. Dentro da pasta havia uma descrição do local, depoimentos de vizinhos e coisas do tipo, normais em casos policiais. No entanto, havia uma pasta que chamou minha atenção, seu nome era "ARQUIVOS DIGITAIS".
Essa pasta só aparece nos casos quando algum arquivo digital é relacionado ao caso - como um áudio do momento do assassinato ou vídeos que deixaram alguém tão irritado à ponto de cometer o crime. Cliquei duas vezes e, dentro dessa pasta, haviam dois arquivos: um com extensão .jpeg e outro com extensão .doc. A imagem .jpg era detestável... Mostrava um rosto de ponta cabeça e parecia ter sido tirada com uma Kodak. Nunca vi algo do tipo antes. Encolhi os ombros antes de fechar e abri o arquivo .doc cujo nome era "EXPLICAÇÃO.doc". Isso estava escrito:
"O assassino disse que matou a vítima devido ao efeito dessa imagem. Disse tê-la achado em um velho disco-rígido, depois presenciando pesadelos lúcidos envolvendo faces brancas alamdiçoando-o com as palavras 'K'yalla lömed wÿarñ'.
O homem enloqueceu e perguntou por que estavam o amaldiçando. Ele disse que a única maneira de fazê-los ir embora era dar à eles o poder de uma vida, através da morte, então ele matou sua filha, alegando que mais tarde passou a sonhar normalmente. Os policiais que viram a imagem não alegaram sonhos semelhantes."
Um caso bem perturbador, na minha opinião. Lembrou-de um pouco de Smile Dog quando li (sim, eu sou um viciado em internet, mesmo trabalhando na polícia). Coloquei o pen-drive novamente na caixa e depois a caixa na prateleira, continuando meu dia normalmente.
Quando fui para a cama, adormeci imediatamente. No entanto, não sonhei... Tive um pesadelo. Eram faces brancas, dançando próximas à mim, amaldiçoando-me com as palavras "K'yalla lömed wÿarñ". Merda.

(porque.jpg)
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
Estava passeando pelos corredores durante o expediente e achei uma pasta de um assassinato em uma prateleira, dentro daquelas caixas nas quais ninguém mais mexe. Fiquei curioso, então a peguei. Nossos arquivos são guardados digitalmente, então estava dentro de um pen-drive. Peguei, fui até o computador do Arquivo e encaixei na entrada USB. O ficheiro tinha o nome de "CASO A:V28956" como os casos de assassinato normalmente são registrados. Dentro da pasta havia uma descrição do local, depoimentos de vizinhos e coisas do tipo, normais em casos policiais. No entanto, havia uma pasta que chamou minha atenção, seu nome era "ARQUIVOS DIGITAIS".
Essa pasta só aparece nos casos quando algum arquivo digital é relacionado ao caso - como um áudio do momento do assassinato ou vídeos que deixaram alguém tão irritado à ponto de cometer o crime. Cliquei duas vezes e, dentro dessa pasta, haviam dois arquivos: um com extensão .jpeg e outro com extensão .doc. A imagem .jpg era detestável... Mostrava um rosto de ponta cabeça e parecia ter sido tirada com uma Kodak. Nunca vi algo do tipo antes. Encolhi os ombros antes de fechar e abri o arquivo .doc cujo nome era "EXPLICAÇÃO.doc". Isso estava escrito:
"O assassino disse que matou a vítima devido ao efeito dessa imagem. Disse tê-la achado em um velho disco-rígido, depois presenciando pesadelos lúcidos envolvendo faces brancas alamdiçoando-o com as palavras 'K'yalla lömed wÿarñ'.
O homem enloqueceu e perguntou por que estavam o amaldiçando. Ele disse que a única maneira de fazê-los ir embora era dar à eles o poder de uma vida, através da morte, então ele matou sua filha, alegando que mais tarde passou a sonhar normalmente. Os policiais que viram a imagem não alegaram sonhos semelhantes."
Um caso bem perturbador, na minha opinião. Lembrou-de um pouco de Smile Dog quando li (sim, eu sou um viciado em internet, mesmo trabalhando na polícia). Coloquei o pen-drive novamente na caixa e depois a caixa na prateleira, continuando meu dia normalmente.
Quando fui para a cama, adormeci imediatamente. No entanto, não sonhei... Tive um pesadelo. Eram faces brancas, dançando próximas à mim, amaldiçoando-me com as palavras "K'yalla lömed wÿarñ". Merda.
(porque.jpg)
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
Fotografia Inexplicável
Essa foto foi tirada por um telefone celular. A garotinha chorando se afastou do grupo porque disse que o menino estava a assustando. Ignorando o drama da filha, a mãe tirou a foto mesmo assim. Mais tarde ela descobriu o por que de a filha estar chorando.
Olhe atentamente à parte circulada. Aquilo, eu suspeito, é o motivo do choro da garotinha.

(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
Olhe atentamente à parte circulada. Aquilo, eu suspeito, é o motivo do choro da garotinha.
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @NanisF)
Não Olhe Para Trás
O QUE VOCÊ VAI PRECISAR:
- Um quarto pequeno e vazio, como um closet, uma despensa ou um pequeno banheiro. Não deve haver janelas. O quarto deve ser vazio e grande o suficiente para alguém do seu tamanho caber lá sem encostar em nada. Se o único cômodo disponível tiver janelas, cubra-as para que não entre nenhuma luz.
- Três fósforos.
- Algo com que você possa contar o tempo.
- Um papel e lápis/caneta.
- Desligue todas as fontes de barulho: televisões, rádios, celulares etc.
- Ligue a luz do cômodo em que você está. Se o local não tiver luz, use uma vela ou lanterna.
- Comece no local da sua casa que seja o mais distante possível do quarto escolhido. Vá de cômodo à cômodo dizendo "Estarei pronto logo!".
- Quando chegar no quarto escolhido, pegue o papel e a caneta e escreva "Você foi convidado! Uma reunião organizada por (escreva o seu nome). Das xxh (hora em que você iniciou) às yyh (uma hora após o início). Traga os amigos!"
2. Se o fósforo acender, mantenha-o aceso até que não possa mais segurá-lo sem se queimar. Dê boas vindas ao seus segundos. "Estou tão feliz em vê-los! Obrigado por vir!" Risque o segundo fósforo. Se esse não acender, siga o primeiro passo.
3. Repita o passo 2 para o segundo fósforo e cumprimente os outros convidados.
4. Risque o terceiro fósforo. Se não acender, siga o primeiro passo. Se ele acender, diga "Agora todos estão aqui!" e conte até dez novamente. Se tudo foi feito corretamente, você conseguirá ouvir ou sentir algo. Normalmente é alguém dizendo "obrigado" em baixo tom. Pode, ou não, ser atrás de você.
- Um quarto pequeno e vazio, como um closet, uma despensa ou um pequeno banheiro. Não deve haver janelas. O quarto deve ser vazio e grande o suficiente para alguém do seu tamanho caber lá sem encostar em nada. Se o único cômodo disponível tiver janelas, cubra-as para que não entre nenhuma luz.
- Três fósforos.
- Algo com que você possa contar o tempo.
- Um papel e lápis/caneta.
COMO JOGAR:
Esse jogo é melhor se jogado à noite e por uma pessoa só. Seus convidados podem não vir se sentirem que o local já está lotado.
- Desligue todas as fontes de barulho: televisões, rádios, celulares etc.
- Ligue a luz do cômodo em que você está. Se o local não tiver luz, use uma vela ou lanterna.
- Comece no local da sua casa que seja o mais distante possível do quarto escolhido. Vá de cômodo à cômodo dizendo "Estarei pronto logo!".
- Quando chegar no quarto escolhido, pegue o papel e a caneta e escreva "Você foi convidado! Uma reunião organizada por (escreva o seu nome). Das xxh (hora em que você iniciou) às yyh (uma hora após o início). Traga os amigos!"
Desligue a luz e vire-se frente à escuridão, de costas para a porta aberta. Pegue os três fósforos e segure-os em suas mãos. Espere alguns segundos em silêncio e depois comece a contar em voz alta. Quando chegar ao dez, risque o primeiro fósforo.
1. Se o fósforo não acender de primeira, solte-o e risque o segundo. Repita isso para o terceiro se o segundo não acender. Se o terceiro não acender, você tem penetras - convidados indesejados. Não se vire ou tente fechar a porta. Vá até a fonte de luz mais próxima e acenda-a. A festa acabou.
2. Se o fósforo acender, mantenha-o aceso até que não possa mais segurá-lo sem se queimar. Dê boas vindas ao seus segundos. "Estou tão feliz em vê-los! Obrigado por vir!" Risque o segundo fósforo. Se esse não acender, siga o primeiro passo.
3. Repita o passo 2 para o segundo fósforo e cumprimente os outros convidados.
4. Risque o terceiro fósforo. Se não acender, siga o primeiro passo. Se ele acender, diga "Agora todos estão aqui!" e conte até dez novamente. Se tudo foi feito corretamente, você conseguirá ouvir ou sentir algo. Normalmente é alguém dizendo "obrigado" em baixo tom. Pode, ou não, ser atrás de você.
Ótima festa! Seus convidados ficaram feliz em vir. Agora já é seguro ligar as luzes.
*Se a qualquer momento você se virar ou olhar para trás antes de acender a luz, siga o passo 1.
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @nanisf)
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @nanisf)
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
A Sensação
Vá até qualquer espelho e coloque sua mão contra o espelho. Não se preocupa, nada irá te agarrar. Aguarde. Às vezes demora horas, às vezes, segundos. Mas você irá querer puxar sua mão quando sentir. Não o faça.
Vermes ou centopeias, quem sabe? Todas bem juntas como se não houvesse mais nenhum espacinho, debatendo-se contra sua pele. Quando você tirar a mão, o espelho será o mesmo e sua pele estará intacta.
Mas você sabe que está lá.
(Creepypasta traduzida e adaptada por: Natália Facchini @NanisF)
Vermes ou centopeias, quem sabe? Todas bem juntas como se não houvesse mais nenhum espacinho, debatendo-se contra sua pele. Quando você tirar a mão, o espelho será o mesmo e sua pele estará intacta.
Mas você sabe que está lá.
(Creepypasta traduzida e adaptada por: Natália Facchini @NanisF)
VOCÊ
A próxima vez que você for à biblioteca, procure por um certo livro. Não há nenhum outro livro como este e não existem cópias. Pode aparecer em qualquer lugar da biblioteca. Qualquer prateleira, qualquer mesa... Nas mãos de qualquer pessoa. Sua capa é feita de couro e o título do livro é "VOCÊ".
Assim que você achar o livro, não abra-o. Vá até a bibliotecária e pergunte à ela sobre o livro. Ela o olhará confusa e resmungará "ah... esse livro...".
Leve o livro pra casa. Você ficará tentado a abrir o livro, mas não o faça. À meia-noite, entre no seu guarda-roupa com o livro em mãos e feche a porta. Certifique-se de que tudo o que você vê é escuridão e de que tudo o que você ouve são as batidas do seu coração.
Abra o livro. O livro contém todas as informações sobre o seu passado, seu presente e seu futuro. Folheie o livro, indo dos acontecimentos passados até os mais atuais e pare assim que chegar ao momento presente. Você saberá quando parar pois verá à si mesmo dentro do armário, lendo o livro.
Antes de continuar a folhear o livro, pondere sobre se você REALMENTE quer saber o que acontecerá no seu futuro.
Se você decidir não ler os eventos futuros, feche o livro, deixe na prateleira do seu guarda-roupa e saia. Mantenha o livro DENTRO do armário. Você verá, pela manhã, que o livro se foi.
Se você decidir ler o que lhe acontecerá no futuro, recomece a passar as páginas. É de extrema importância que você NÃO grite quando ler sobre sua morte. Não tire os olhos do livro quando vir à si mesmo sendo arrastado para as profundezas obscuras daquilo que um dia foi o seu armário. Não pisque enquanto vê a si mesmo ser divido ao meio por uma besta faminta, enquanto o livro ensanguentado está jogado ao lado do seu corpo em agonia.
Não fique surpreso quando sentir a mão da besta em seus ombros.
Assim que você achar o livro, não abra-o. Vá até a bibliotecária e pergunte à ela sobre o livro. Ela o olhará confusa e resmungará "ah... esse livro...".
Leve o livro pra casa. Você ficará tentado a abrir o livro, mas não o faça. À meia-noite, entre no seu guarda-roupa com o livro em mãos e feche a porta. Certifique-se de que tudo o que você vê é escuridão e de que tudo o que você ouve são as batidas do seu coração.
Abra o livro. O livro contém todas as informações sobre o seu passado, seu presente e seu futuro. Folheie o livro, indo dos acontecimentos passados até os mais atuais e pare assim que chegar ao momento presente. Você saberá quando parar pois verá à si mesmo dentro do armário, lendo o livro.
Antes de continuar a folhear o livro, pondere sobre se você REALMENTE quer saber o que acontecerá no seu futuro.
Se você decidir não ler os eventos futuros, feche o livro, deixe na prateleira do seu guarda-roupa e saia. Mantenha o livro DENTRO do armário. Você verá, pela manhã, que o livro se foi.
Se você decidir ler o que lhe acontecerá no futuro, recomece a passar as páginas. É de extrema importância que você NÃO grite quando ler sobre sua morte. Não tire os olhos do livro quando vir à si mesmo sendo arrastado para as profundezas obscuras daquilo que um dia foi o seu armário. Não pisque enquanto vê a si mesmo ser divido ao meio por uma besta faminta, enquanto o livro ensanguentado está jogado ao lado do seu corpo em agonia.
Não fique surpreso quando sentir a mão da besta em seus ombros.
(Creepypasta traduzida e adaptada por: Natália Facchini @NanisF)
LEIA.
Essa postagem não é aleatória. Isso não é uma coincidência. Eu coloquei isso aqui pois sabia que você, nesse exato momento, estaria lendo. Ninguém pode ver isso além de você.
Há um monstro em sua casa. Está aí nesse exato momento e está esperando para te matar. Vai te matar hoje à noite. Eu posso te salvar.
Vá até um espelho. Aquele ali sou eu. Apague todas as luzes, deixando apenas uma bem fraca. Luz demais estraga tudo. Estique os braços e encoste-os nos meus pelo vidro. Faça o possível para relaxar e, quando sentir-se pronto, feche os olhos. Conte até três e então eu te puxarei para o lado seguro. Nós resolveremos o que fazer depois assim que você estiver aqui dentro.
Novamente, essa postagem não é aleatória. É para VOCÊ. Você precisa fazer isso antes da próxima troca de horas ou irá morrer.
Eu estou esperando.
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @nanisf)
Há um monstro em sua casa. Está aí nesse exato momento e está esperando para te matar. Vai te matar hoje à noite. Eu posso te salvar.
Vá até um espelho. Aquele ali sou eu. Apague todas as luzes, deixando apenas uma bem fraca. Luz demais estraga tudo. Estique os braços e encoste-os nos meus pelo vidro. Faça o possível para relaxar e, quando sentir-se pronto, feche os olhos. Conte até três e então eu te puxarei para o lado seguro. Nós resolveremos o que fazer depois assim que você estiver aqui dentro.
Novamente, essa postagem não é aleatória. É para VOCÊ. Você precisa fazer isso antes da próxima troca de horas ou irá morrer.
Eu estou esperando.
(Creepypasta traduzida e adaptada por Natália Facchini @nanisf)
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